Thursday, May 07, 2009
Tuesday, August 19, 2008
FiberOnLive no Vegas
Não, o blog não morreu, só está hibernando enquanto outras ferramentas de sociabilização on-line ganham mais atenção da minha parte.
Bom, quarta próxima, 20/8, tem festinha. Taí o flyer.
Monday, June 09, 2008
Boas músicas nunca se vão
Lembro que ouvia essa música no Madame Satã e tentava descobrir quem era o tal New Order atmosférico que o Marquinho MS tocava toda semana.
Lembro que ouvia essa música no Madame Satã e tentava descobrir quem era o tal New Order atmosférico que o Marquinho MS tocava toda semana.
Como encarar a morte
Uma pessoa acaba de deixar esse mundo. A morte dela me pôs a pensar o quanto somos descartáveis e que estamos neste mundo para experimentar sensações diversas durante um período não estabelecido.
Encontrei a Clausa no sábado. No domingo à tarde recebo a notícia que ela havia falecido. Assim. Numa questão de horas ela sumiu fisicamente da minha vida, das minhas noites de sábado, de seu convívio familiar, do seu corpo. A vela se apagou. Virou-se a página. O livro que estava sendo escrito, encerra um capítulo, eterniza um personagem e me faz refletir.
Não acredito em destino, bem como não acredito em cartas marcadas. Acredito que posso não estar aqui amanhã, mesmo desconhecendo as razões disso. Sei que meus pais me deixarão ou mesmo que eu os deixarei, mas essa falta de controle não me faz bem.
Razões para viver tenho aos montes, pensamento mórbidos ou suicidas passam longe. Viver é experimentar e isso me motiva muito a continuar. O que é estranho é saber que esse processo pode ser interrompido a qualquer momento.
Entendo a morte perfeitamente, apesar de não conseguir vencer a barreira de prestar homenagem em velórios e enterros. Sempre passo mal, sempre dou escândalo, transformo o ambiente triste em caos. Evito.
Não lido bem com o fato de não ter mais a pessoa ali, naquele lugar onde a conheci. Não lido bem com perdas. Não lido bem com mudanças.
Meu sentimento é um misto de tristeza profunda e racionalidade exacerbada. Lágrimas internas, entranhas que sangram, dor descomunal. Passa rápido, se instala profundamente.
Queria ser o que aparento, o cara durão que age com frieza e razão, afinal a morte está aqui, ali, a qualquer hora, a qualquer momento.
No momento, aqui, não é isso que sinto. Quero aprender a lidar. Parto pra não chorar. Mais.
Uma pessoa acaba de deixar esse mundo. A morte dela me pôs a pensar o quanto somos descartáveis e que estamos neste mundo para experimentar sensações diversas durante um período não estabelecido.
Encontrei a Clausa no sábado. No domingo à tarde recebo a notícia que ela havia falecido. Assim. Numa questão de horas ela sumiu fisicamente da minha vida, das minhas noites de sábado, de seu convívio familiar, do seu corpo. A vela se apagou. Virou-se a página. O livro que estava sendo escrito, encerra um capítulo, eterniza um personagem e me faz refletir.
Não acredito em destino, bem como não acredito em cartas marcadas. Acredito que posso não estar aqui amanhã, mesmo desconhecendo as razões disso. Sei que meus pais me deixarão ou mesmo que eu os deixarei, mas essa falta de controle não me faz bem.
Razões para viver tenho aos montes, pensamento mórbidos ou suicidas passam longe. Viver é experimentar e isso me motiva muito a continuar. O que é estranho é saber que esse processo pode ser interrompido a qualquer momento.
Entendo a morte perfeitamente, apesar de não conseguir vencer a barreira de prestar homenagem em velórios e enterros. Sempre passo mal, sempre dou escândalo, transformo o ambiente triste em caos. Evito.
Não lido bem com o fato de não ter mais a pessoa ali, naquele lugar onde a conheci. Não lido bem com perdas. Não lido bem com mudanças.
Meu sentimento é um misto de tristeza profunda e racionalidade exacerbada. Lágrimas internas, entranhas que sangram, dor descomunal. Passa rápido, se instala profundamente.
Queria ser o que aparento, o cara durão que age com frieza e razão, afinal a morte está aqui, ali, a qualquer hora, a qualquer momento.
No momento, aqui, não é isso que sinto. Quero aprender a lidar. Parto pra não chorar. Mais.
Friday, June 06, 2008
A volta dos que não foram - Serviços Web parte 1
E não é que o hpG ainda existe? Acabei de abrir um backup de 1999 que continha trabalhos de alguns clientes que eu atendia na época. Não, não estavam em disquetes. Há um certo tempo poupei as próximas gerações de computadores do contato nada amigo com o velho pedaço de plástico de 3,5" recheado daquela nojenta mídia magnética.
Mas voltando ao caso, encontrei fragmentos de sites que eram hospedados no hpG, a versão brasileira do Geocities no século passado, com links e, também, minha cópia dos favoritos do browser que nem lembro qual era (possivelmente Netscape). O mais interessante é que o alguns desses links ainda estão ativos. Nem o que eu adicionei aos favoritos no ano passado ainda estão, mas links de uma década atrás ainda abrem.
Fiz uma analogia com a sujeira que a naves que viajam ao espaço deixam na atmosfera. Dizem que já dá pra contar várias histórias com o lixo que é encontrado. O mesmo pode ser feito com os arquivos hospedados no hpG. A gente colocava qualquer coisa lá. Era uma aventura montar um site, escolher o layout, compor o conteúdo e depois esquecer o que fez, já que a Internet ainda nem era tão presente no nosso dia-a-dia.
Fiquei surpreso ao descobrir que o hpG ainda está na ativa e, depois de tantas mudanças, ficou no iG mesmo. Se funciona direito eu já não sei, mas minha pergunta é: ainda vale a pena montar um site pessoal na era dos blogs e redes sociais?
www.hpg.com.br
E não é que o hpG ainda existe? Acabei de abrir um backup de 1999 que continha trabalhos de alguns clientes que eu atendia na época. Não, não estavam em disquetes. Há um certo tempo poupei as próximas gerações de computadores do contato nada amigo com o velho pedaço de plástico de 3,5" recheado daquela nojenta mídia magnética.
Mas voltando ao caso, encontrei fragmentos de sites que eram hospedados no hpG, a versão brasileira do Geocities no século passado, com links e, também, minha cópia dos favoritos do browser que nem lembro qual era (possivelmente Netscape). O mais interessante é que o alguns desses links ainda estão ativos. Nem o que eu adicionei aos favoritos no ano passado ainda estão, mas links de uma década atrás ainda abrem.
Fiz uma analogia com a sujeira que a naves que viajam ao espaço deixam na atmosfera. Dizem que já dá pra contar várias histórias com o lixo que é encontrado. O mesmo pode ser feito com os arquivos hospedados no hpG. A gente colocava qualquer coisa lá. Era uma aventura montar um site, escolher o layout, compor o conteúdo e depois esquecer o que fez, já que a Internet ainda nem era tão presente no nosso dia-a-dia.
Fiquei surpreso ao descobrir que o hpG ainda está na ativa e, depois de tantas mudanças, ficou no iG mesmo. Se funciona direito eu já não sei, mas minha pergunta é: ainda vale a pena montar um site pessoal na era dos blogs e redes sociais?
www.hpg.com.br
Sunday, June 01, 2008
Eu não baixo séries
Parece coisa do século passado. Como alguém tão plugado como eu não baixa séries antes de sua exibição no canais da TV paga?
A resposta está longe de ser simples, apesar de parecer. Eu não sou e nunca fui fã de programas de TV. Menos ainda de séries. Desde a infância era assim. Tinha os desenhos que eu gostava mas sem a fixação pelo ineditismo. Fiquei sabendo recentemente que Manda-Chuva e Pica-Pau tinham periodicidade! Não sou da geração das "temporadas". Essa palavra nem era usada. Enfim, não sou viciado em TV mesmo.
Por outro lado, algumas séries me cativam ao ponto de desmarcar compromissos para assistí-las. Foi assim com Twin Peaks, Arquivo X e Millenium. Agora é com Lost e (fico pasmo de gostar) American Idol.
Mas como fugir da turma que baixa e quer contar? Eu não me importo de esperar pela exibição no Brasil. Minha ansiedade não é exacerbada. Quero ter o direito de assistir aos programas como foram agendados nos canais da minha TV. Uma vez por semana, em doses homeopáticas de prazer e expectativa.
E por que eu falei que não era tão simples assim? Eu não aplico isso ao que já passou pela TV. Ganhei um box de DVDs com a primeira (lá vem a palavra) temporada de A Sete Palmos depois que a série nem passava mais na HBO. Devorei os quatro primeiros anos em poucas semanas e partirei agora para o quinto e derradeiro.
Incoerência? Pode ser. Tem lógica pra mim. Os boxes de DVDs são cápsulas que podemos nos dar o direito a overdoses quando quisermos, sem o compromisso de faltar ao encontro semanal. Deixo pra eles a minha compulsividade e reservo ao que vai vir, no tempo e espaço da minha TV, a expectativa que tanto gosto de sentir.
Parece coisa do século passado. Como alguém tão plugado como eu não baixa séries antes de sua exibição no canais da TV paga?
A resposta está longe de ser simples, apesar de parecer. Eu não sou e nunca fui fã de programas de TV. Menos ainda de séries. Desde a infância era assim. Tinha os desenhos que eu gostava mas sem a fixação pelo ineditismo. Fiquei sabendo recentemente que Manda-Chuva e Pica-Pau tinham periodicidade! Não sou da geração das "temporadas". Essa palavra nem era usada. Enfim, não sou viciado em TV mesmo.
Por outro lado, algumas séries me cativam ao ponto de desmarcar compromissos para assistí-las. Foi assim com Twin Peaks, Arquivo X e Millenium. Agora é com Lost e (fico pasmo de gostar) American Idol.
Mas como fugir da turma que baixa e quer contar? Eu não me importo de esperar pela exibição no Brasil. Minha ansiedade não é exacerbada. Quero ter o direito de assistir aos programas como foram agendados nos canais da minha TV. Uma vez por semana, em doses homeopáticas de prazer e expectativa.
E por que eu falei que não era tão simples assim? Eu não aplico isso ao que já passou pela TV. Ganhei um box de DVDs com a primeira (lá vem a palavra) temporada de A Sete Palmos depois que a série nem passava mais na HBO. Devorei os quatro primeiros anos em poucas semanas e partirei agora para o quinto e derradeiro.
Incoerência? Pode ser. Tem lógica pra mim. Os boxes de DVDs são cápsulas que podemos nos dar o direito a overdoses quando quisermos, sem o compromisso de faltar ao encontro semanal. Deixo pra eles a minha compulsividade e reservo ao que vai vir, no tempo e espaço da minha TV, a expectativa que tanto gosto de sentir.
Wednesday, April 23, 2008
Tudo tão rápido
Só aqui parece que as coisas andam devagar. Adoro esta falta de compromisso com blogs, de não ter pressão pra postar, não fazer disso aqui uma revista on-line. Quero desapontar alguns e surpreender poucos.
Aderi ao microblog. É tão rápido quanto o tempo livre que se esgota antes de eu perceber. Frações de segundo de lazer numa vida cada vez mais on-line. Mas lá também pouca me importa quem lê, quem acha graça, quem me segue. Gosto de contar histórias fragmentadas e nada como uma ferramenta dinâmica pra isso.
Vejo quem estiver por aí no Twitter. Aqui deixo mazelas e divagações.
Só aqui parece que as coisas andam devagar. Adoro esta falta de compromisso com blogs, de não ter pressão pra postar, não fazer disso aqui uma revista on-line. Quero desapontar alguns e surpreender poucos.
Aderi ao microblog. É tão rápido quanto o tempo livre que se esgota antes de eu perceber. Frações de segundo de lazer numa vida cada vez mais on-line. Mas lá também pouca me importa quem lê, quem acha graça, quem me segue. Gosto de contar histórias fragmentadas e nada como uma ferramenta dinâmica pra isso.
Vejo quem estiver por aí no Twitter. Aqui deixo mazelas e divagações.
Wednesday, April 02, 2008
Quero dançar o break!
Num brainstorming para a identidade visual do mês de abril da Trash 80's, em que o foco é cinema, tivemos uma idéia esdrúxula de gravar um novo filme com um enredo que é uma paródia de "Sex & The City" com a cultura dos grafite. Nisso, as artes caminharam pra uma cultura de rua dos anos 80, toda a efervecência do proto-hip-hop, grafites aos montes e, claro, breakdance.

Para entrar no clima, pesquei alguns vídeos que resumem bem aquela época
Malcolm Mclaren - Buffalo Girls
Depois que o punk já não tinha mais função, o espertão percebeu que algo vinha das ruas de Nova York e se apoderou das idéias
Documentário bacana sobre breakdance direto dos anos 80
E os B-Boys viraram filmes! Estréia em março, Veja o trailer:
Num brainstorming para a identidade visual do mês de abril da Trash 80's, em que o foco é cinema, tivemos uma idéia esdrúxula de gravar um novo filme com um enredo que é uma paródia de "Sex & The City" com a cultura dos grafite. Nisso, as artes caminharam pra uma cultura de rua dos anos 80, toda a efervecência do proto-hip-hop, grafites aos montes e, claro, breakdance.

Para entrar no clima, pesquei alguns vídeos que resumem bem aquela época
Malcolm Mclaren - Buffalo Girls
Depois que o punk já não tinha mais função, o espertão percebeu que algo vinha das ruas de Nova York e se apoderou das idéias
Documentário bacana sobre breakdance direto dos anos 80
E os B-Boys viraram filmes! Estréia em março, Veja o trailer:
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