Monday, June 18, 2007

OK, ok... To vivo sim...

Toquei no Autobahn no sábado passado e a missão era trazer de volta um pouco dos sons que rolei no começo da festa, na década de 90. Como a idéia do Autobahn é ser uma festa 80’s, fiz um set que ficou entre o final da década de 80 e o começo da de 90. A ordem não está exata a não ser o final que deixei a discotecagem pro Kid Vinil deixando as coisas entre as trevas e o rock.

New Scene - The War In Vietnam (Out Of Control II)
Front 242 - Never Stop
Fatal Morgana - Attention
Bigod 20 - the Bog
Neon Judgement - TV Treated
Data-Bank-A - Crack Dream Over
Force Dimension – Dust (12”)
a;Grumh - Generation
Front Line Assembly – Digital Tension Dementia (12”)
SA 42 - Why Not
Khommand 45 - Battle Zone
Public Relation - Eighty Eight (Extended Mix)
Umo Detic - Fahrenheit (Extended Mix)
Klangwerk - Klangwerk (Mix)
And One - Second Voice (Teuer Mix)
Nitzer Ebb - Control I'm Here (razormaid)
Harry - Genebra
Dominion - Isolation
Trisomie 21 - The Last Song (live)
Ghost Dance - Heart Full of Soul (Extended)
The Cult - Wild Flowers (12")

Thursday, April 12, 2007


BandMainstreamness (%)weight
1 Keane
43.99
100 %
2 Depeche Mode
61.23
91 %
3 Unai
0.38
66 %
4 Tiga
10.22
61 %
5 Harry
0.23
53 %
6 Basement Jaxx
29.11
53 %
7 Covenant
6.71
50 %
8 Nouvelle Vague
15.41
47 %
9 Röyksopp
34.96
44 %
10 Maysa
0.42
43 %
11 Trentemoller
2.74
42 %
12 Compilation 80's
0.00
40 %
13 Synth & Electro
???
35 %
14 Duran Duran
28.07
34 %
15 Alice in Videoland
1.77
31 %
16 Tahiti 80
3.81
31 %
17 Ellen Allien & Apparat
3.64
30 %
18 Siouxsie and the Banshees
13.65
29 %
19 VHS or Beta
3.04
28 %
20 Ochre
1.16
28 %

You are 17.75 % mainstream!

Ufa!!!! Ainda bem!!!!
Se tem perfil no Last.FM, veja o quanto você mainstream em http://mainstream.freevicente.com/

Friday, March 30, 2007



Tô chique! Estréio a festa Silver Tape em novo local na próxima sexta e com direito a convidado gringo.

Antipop é um dos membro da cult band eletrônica Télépopmusik, que fez muito sucesso com a música "Breathe". Ele chega na quinta em São Paulo, vai fazer um reconhecimento do terreno e na sexta toca comigo e como o Luis Depeche na nossa festinha que agora rola no Hotel Cambridge, dentro do projeto Hotel House.

Todo mundo lá, hein?

Antipop aka Télépopmusik DJ Set na Silver Tape
Sexta, 6 de abril, 23h
Hotel House no Hotel Cambridge
Avenida Nove de Julho, 216, Centro, São Paulo

Lista amiga: R$ 12 (reserva@hotelhouse.com.br)
Normal: R$ 15

www.hotelhouse.com.br

Wednesday, March 28, 2007

Cota de responsabilidade social. Tenho praticado muito isso e tem me ajudado a entender porque o Brasil é uma merda. Porque nossos políticos são uma merda. Porque o povo é uma merda. O raciocínio é bem simples, acompanhe.

Cena 1 - Enquanto espero pacientemente por um encontro na rua em frente ao meu escritório, observo uma caminhonete da CET em alta velocidade. Dentro dela, um trabalhador do órgão falando ao celular, com apenas uma mão no volante e vira repentinamente à esquerda sem dar sinal de seta algum. Não mais de dois minutos passam, uma nova caminhonete, agora uma bem nova,da frota recém adquirida pelo governo de São Paulo, igualmente em alta velocidade, vira na mesma esquina, sem sinal algum como o predecessor. Ah, deu pra perceber que esse último não usava cinto de segurança.

Cena 2 - Ruas dos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Cruzamento entre Rua Batatais e Alamenda Campinas. Por mais que insista e persista, não consigo ver nenhum carro que respeite a faixa de pedestres. Se o semafóro está fechado, o motorista pára em cima da faixa. Pera lá, não fui justo. Os motociclistas vão além disso, avançam, desviam de pedestres e continuam a saga de entregar suas encomendas o mais rápido possível.

Cena 3 - Caminho de volta pra casa. Na minha frente, uma mulher de aparentemente 50 anos caminha tranqüilamente pela rua sorvendo alguma delícia que não consigo perceber do que se trata. Ao finalizar a guloseima, sem pestanejar, o invólucro vai pra sarjeta.

Cena 4 - Um hospital público de Belo Horizonte marca uma consulta para uma paciente que finalmente conseguiu ser atendida. A consulta é marcada prontamente. Para 2010.

O que quero dizer com isso? Que a roda gira mas sempre em torno de nós. Somos sim os responsáveis por tudo de ruim que vivenciamos porque a grande maioria não presta atenção ao que está ali, do seu lado. Infringe regras que acha que são bobas. "Pra que cumprí-las se tem neguinho que rouba e não vai preso?", dizem alguns.

Eu só vou me sentir no direito de cobrar quando cumprir minha cota de responsabilidade social. Como as cotas de carbono, sabe? Atravessou fora da faixa? Compense dando bom dia pra aquele segurança que você sempre faz carão. Jogou papel no chão? Isso não tem desculpa, porque poderia segurá-lo até encontrar o lugar certo pra jogar.

O principal disso tudo é conscientizar que se a gente quer mudar tudo que tem de ruim nesse país, temos que começar nos policiando.
Por mais que pareça, uma dúvida nem sempre é realmente algo questionável. A experiência faz a gente perceber que quando não temos certeza de algo, devemos apelar para a cautela. Conclusão: a aparente dúvida é apenas resultado de pouca reflexão sobre um assunto.

Ao chegar perto dos 40 anos, fico me questionando muito. Não quer dizer que tenho dúvidas, necessariamente. Fico pensando se devo ou não devo fazer certas coisas, se arriscar ainda vale a pena, se tudo o que a vida vem me mostrando durante anos e anos não é a resposta pra aquela suposta dúvida. Não querer enxergar às vezes é sinal claro que por trás de uma dúvida reside medo e, do lado dele, um sentimento que força a experimentar. Uma briga eterna que parece não ter fim.

Há pouco minutos ouvi uma frase de uma música de Lulu Santos cantarolada por alguém numa propaganda televisiva que nem identifiquei de quem era. "Vamos nos permitir", dizia a música. Será? Me pôs em dúvida.

Tuesday, March 20, 2007

Dias corridos, vida agitada, até quando?

Tenho uma tendência natural a ter mais coisa que fazer do que dou conta. Não nasceu ontem isso, não. Desde a tenra infância queria brincar em três lugares ao mesmo tempo, mesmo tendo noção, já naquela época, que um corpo não ocupa lugares diferentes ao mesmo tempo.

Daí surgiu o primeiro sintoma que as coisas sempre seriam complicadas. A imaginação. O pensamento. A divagação. Enquanto montava o Ferrorama, pensava em empinar pipa (apesar de sempre ser péssimo nisso) e ler gibis. Essa herança se faz presente até hoje. Gosto muito de assoviar e chupar cana, sabe?

Quando as coisas estão muito calmas, algo me inquieta. Tenho que criar, fazer, mover. Sensação de estar vivo ou mesmo de missões que devem ser feitas nessa passagem terrena.

Um boa parcela das pessoas que estão à minha volta sofre com essa minha inquietude. Não entendem, às vezes querem frear, mas o caminhão do Encurralado aqui não permite.

Neste ano passo a integrar o mundo dos quarentões. Minhas percepções vêm mudando a cada ano, resultado da experiência de vida, convívio com outras pessoas e, sobretudo, permitir que a vida interaja um pouco mais sem os comandos quiça automatos de nossa conduta.

Mas ainda me pergunto: até quando?

Tuesday, March 06, 2007

Durante uma reflexão sobre o declínio do mercado fonográfico e a aceitação de novas mídias, percebi que não sou só eu que me sinto como um estranho no ninho aqui no Brasil. Relato pra vocês um trecho da conversa (editada) que mantive num lista de discussão que assino.

O mote é o fechamento de gravadoras independentes e o desinteresse do público para comprar mídia, já que baixar gratuitamente é muito mais fácil.

Lancei um box de CDs de uma banda chamada Harry há cerca de um ano e meio (www.harrynet.com.br). Pra vocês terem uma idéia, até agora não consegui vender a tiragem limitada que é só de 1000 cópias! Isso porque consegui colocar no grande mercado (lojas virtuais como Submarino e redes como FNAC e Saraiva). O questionamento é latente: pra que lançar então? Levamos um ano pra separar as músicas, masterizar, fazer uma arte bacana, se preocupar com todos os detalhes pra não vender. E o motivo não é a música, claro, pois o Harry é um documento vivo da música alternativa brasileira. Com isto, não há motivação pra lançar nada, exceto DVD mesmo. Por enquanto. Outra possibilidade é a venda de MP3 para o mercado externo, porque por aqui vai demorar muito ainda.

Tem um caso que considero como o melhor exemplo de como as coisas estão invertidas mesmo. Estava numa comunidade falando sobre um software que custa Us$ 49 que é essencial pra um trabalho que faço, que me traz ótimo resultado e otimiza o dia-a-dia. Comentei que havia comprado, o que é normal, ué! Uma empresa se mantém dos serviços que presta. Qual minha surpresa quando a comunidade toda me detonou, me chamando de “tonto” que gosta de jogar dinheiro fora, já que bastava pegar um crack que já rolava!

Sinto isso com música também. Não sou xiita, não! Baixo muito , mas muito mais do que compro, porque a oferta é maior do que meu bolso, porém compro vários singles digitais também. Acho impossível pagar por tudo que a gente consome de música, por isso adoraria que tivesse um canal de assinatura que a gente pagasse um X por mês e tivesse acesso a tudo. Seria justo com quem produz e viável pra gente, como TV a cabo, por exemplo.

Será que há solução?

Wednesday, February 28, 2007

Migrei para o Blogger novo e meus comentários se foram... Peço desculpas a todos que deixaram suas opiniões por aqui.


Voltar aos "velhos tempos". É assim que defino a sensação de tocar numa festa com o Serato Scratch Live.

O controle sobre o vinil, sem todos aqueles cues automáticos dos CD-Js que sempre me confudira, é algo que pensei nunca mais experimentar, já que por falta de espaço, os vinis estavam sendo abandonados dos meus cases.

Além do espaço, o peso e saber exatamente o que vai tocar, coisa que nunca sei. Até hoje faço sets na hora. Não estudo viradas, nem analiso o momento dos cortes. Gosto de tudo na raça. A memória ajuda a lembrar de trechos bacanas pra cortar aquela música e tal e assim que me guio.

E o Scratch Live me dá essa possibilidade. Mas requer organização. Tenho milhares de músicas no meu note e não sou a pessoa mais organizada. E na hora que quero determinada música, nem sempre a busca é a mais perfeita. Isso achei um ponto negativo.

Mas daqui pra frente só quero saber da mobilidade e praticidade, além, é claro, do eterno prazer de tocar com vinis, que o Scratch Live proporciona com muita perfeição.

Wednesday, August 16, 2006

Me deu vontade voltar a escrever. A "culpa" é do Blog da Trash (www.trash80s.com.br/blog) que acabou se transformando na central de novidades da festa. Toda vez que aparece algo, corro pra postar. Mas isso não deveria acontecer por aqui também?

Tenho vários serviços on-lines que assino e a maioria mantenho atualizado. Esse aqui, velho de guerra, fica sempre esquecido.

Vou ver se consigo manter uma rotina novamente, afinal de contas, todos os dias acontecem fatos e pintam idéias legais que gostaria de compartilhar (mesmo sem que ninguém leia) apenas pra me senir mais vivo e presente.

"E por que não arruma uma turma de amigos, ué?" Porque nem todo mundo tem saco pra ouvir certas coisas que só interessarão a poucos.

Tuesday, February 14, 2006



Há quase dois anos, eu e minha parceira oficial de "deformance" aprontávamos nossa segunda aparição no palquinho da Trash 80's. O registro, feito por uma fã da festa, ficou arquivado durante meses no empoirado HD de backup da minha máquina. Nada mais justo que colocá-lo no ar para quem acessa esse quase-esquecido-blog conferir o quanto é divertido ser caricato. Sem medo de ser feliz, no mais alto momento de diversão.
Se você tem Windows Media Player, clique aqui para conferir o vídeo.

Saturday, October 22, 2005


E depois de algum tempo, volto a produzir um evento de música eletrônica. Não que eu tenha abandona o estilo, já que trabaho intensamente com isso, seja pelo FiberOnline ou com uma série de projetos de CDs que faço para algumas empresas, mas o Machina Festival tem um gostinho diferente: de reencontro e experimentação. Adoro isso.

Mais informações em http://www.machinafestival.com.br. Posted by Picasa


Sim, eu me rendi o iPod.

Em menos de 3 meses, data do último post, tive a oporunidade de experimentá-lo. Mas uma coisa fez com o que mudasse de opinião: memória flash. A razão de eu odiar o iPod era o tamanho, peso e a capacidade. Não quero ficar levando minha coleção de CDs pra cima e pra baixo. Quero fazer uma seleção de, diremos umas 500 músicas, e ouvir à exaustão!


O Nano é uma evolução mas tb nasceu morto. Comprei, tô amando, mas assim que os celulares aceitarem cartões de 4GB (daqui a alguns meses) tchau, babe.
 Posted by Picasa

Wednesday, July 27, 2005


Eu não gosto do iPod. Acho que já nasceu morto. Milhões de pessoas compraram e, em menos de dois anos, estará jogado na gaveta como os toca-fitas portáteis.

Comprei meu Nokia 6230 há quase um ano. O bichinho é o primeiro caso de celular multimídia de sucesso. Comporta memória MMC, que hoje já traz capacidade de 2GB. Além de ouvir as músicas preferidas, dá pra falar, tirar foto, gravar vídeo, usar com agenda, etc, etc.


Se a revolução da música digital tem um nome, com certeza não é o iPod. Celulares inteligentes apresentam-se como a solução de convergência. Afinal, é isso que queremos: o máximo de recursos com simplicidade de uso.  Posted by Picasa

Sunday, May 01, 2005


E uma coisa muito engraçada aconteceu... Como disse no post anterior, tenho uma paixão especial por gatos e nunca me prendi ao universo canino. Já o Carlos, aí na foto, sempre adorou cachorros e nunca deu atenção aos gatos. A experiência de duplo convívio tem sido ótima. Acompanhar de perto o crecimento de duas espécies tão distintas é um aprendizado e tanto.

A Meg é um Golden Retrivier de oito meses, linda, apaixonante e espuleta. Não pára nunca! Haja fôlego (né, não Carlos?)  Posted by Hello

Este é o Otávio e tem sido um ótimo companheiro apesar de todo mundo afirmar que gato é blasé. Pra quem não entende o que é um relacionameno com gatos, pode até achar isso mesmo, mas o que eu admiro é a lealdade e a individualidade. Animal com personalidade mesmo. Ele é um balinês de cinco meses e traz características muito próximas aos cães como interação, obediência e rápido aprendizado. Junto a isso, tudo o que eu sempre admiro em gatos.  Posted by Hello

Sunday, April 03, 2005


OK, demorou quase quatro anos para ter algo inédito do NIN. Agora agüente! Novo álbum, tour, milhares de bootlegs e remixes... Comece por "The Hand That Feeds" que eu achei uma música bem legal mesmo. Parece que Trent testa um híbrido de Strokes, LCD e seu próprio som. Gostei.  Posted by Hello

Alguns amiguinhos do escriba. Posted by Hello

Friday, February 25, 2005

Ataque aos Clones

Clones invadiram a cidade de São Paulo no último mês. Ao prometer tocar as mesmas músicas que tocam na Trash, os farsantes tentam ludibriar milhares de pessoas que saem em busca da animação 80’s. Trasher, não se deixe enganar: diversão garantida é só com a Trash 80’s.